Queima de Alcorão provoca revolta e mortes no Afeganistão
Pelo
menos oito afegãos morreram nesta quarta-feira em manifestações contra a queima
de exemplares do Alcorão em uma base militar americana no Afeganistão.
Washington se limitou a pedir desculpas pelo ato "inapropriado",
considerado um "erro".
Ao
som de gritos "morte à América" e "morte a Obama",
violentos distúrbios explodiram em Cabul, em Jalalabad, no leste, e na
província de Parwan, ao norte da capital. Trinta pessoas também ficaram
feridas, segundo autoridades locais e fontes médicas. O chefe do Pentágono,
Leon Panetta e, antes dele, o general americano John Allen, comandante da Otan
no Afeganistão (Isaf), rapidamente pediram desculpas.
Também
tentaram abafar as violentas reações antiamericanas, no momento em que
Washington tenta negociar a paz com o movimento talibã e continua com a
retirada das tropas de combate, que devem deixar o país até 2014. Uma pessoa
morreu em Jalalabad e um manifestante em Cabul, informou o ministério da Saúde.
Seis outros foram mortos em uma confusão na província de Parwan, segundo as
autoridades locais.
Em
Cabul, uma multidão atacou com pedras a base americana da Isaf Camp Phoenix,
incendiou veículos e atacou lojas adjacentes. A polícia afegã se dirigiu para o
local e os soldados de Camp Phoenix atiraram para o ar na tentativa de
dispersar os manifestantes.
O
porta-voz da polícia de Cabul, Ashmat Estanakzaï, afirmou que os policiais não
abriram fogo, mas indicou que os manifestantes ficaram muito violentos após o
ataque a Camp Phoenix. A embaixada dos Estados Unidos anunciou pelo Twitter que
fechou suas portas e interditou o acesso de saída e entrada para seus
funcionários.
Em
Jalalabad, a multidão se dirigiu para a grande base militar da Isaf ocupada por
americanos. Um grupo de estudantes queimou um retrato do presidente Barack
Obama. Ahmad Ali, um médico do hospital de Jalalabad, disse que um jovem
manifestante foi assassinado. Na noite de segunda-feira para terça-feira,
exemplares do Alcorão foram queimados na maior base americana no Afeganistão,
em Bagram, 60 km ao norte de Cabul, segundo as autoridades afegãs. Logo em
seguida, o general Allen, apresentou suas desculpas "ao nobre povo do
Afeganistão" pelo que chamou de "erro".
À
noite, ele reconheceu que exemplares do livro sagrado do islã foram jogados
"por inadvertência no incinerador da base de Bagram", prometendo uma
investigação e assegurando que tais atos não vão se repetir.
Em
Washington, o secretário da Defesa, Leon Panetta, reiterou as desculpas,
confirmando que funcionários "se livraram" dos exemplares do Alcorão
de maneira "inapropriada". Autoridades americanas afirmaram que os
livros foram queimados porque serviam para esconder mensagens passadas entre
prisioneiros afegãos da prisão de Bagram.
Desde
a manhã de terça-feira, milhares de manifestantes cercaram a base de Bagram.
Eles atacaram seus ocupantes com estilingues e atearam fogo em uma das
entradas. Os soldados americanos responderam com balas de borracha.
A
profanação do livro sagrado do Islã ou atos considerados blasfemos pelos
muçulmanos são cometidos por soldados estrangeiros no Afeganistão
periodicamente, e provocam geralmente manifestações violentas.
Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com
Comentário:
Esse
fato não aconteceu por acaso. Fiquem atentos aos acontecimentos relacionados à
religião e quais consequências comportamentais e eventuais novas leis e regras
poderão surgir a partir desse fato, afinal nada é por acaso!
Guerreiro
do Apocalipse.









Quanto mais rapido as coisas acontecerem, mais rapido será o cumprimento das Professias do ALTISSIMO.Isso é só o comecinho do que há de vir,tenhamos fé, pois o messias nao abandonará os seus.
be hol shuam YAOHUSHUA hol MEHUSHKÁY nos proteja. AMNAO!
(Em nome de YAOHUSHUA o MESSIAS nos proteja.)
OS AMERICANOS NÃO APRENDEM. INVADEM OS PAÍSES E COMETEM CERTAS ATROCIDADES QUE JOGAM POR TERRA TODA AQUELA INTENÇÃO DE FAZER O MAL, ACABA PROVANDO QUE HÁ OUTRAS INTENÇÕES. AS TROPAS NÃO POSSUEM CONTROLE E NÃO POSSUEM COMANDO.